Eu assisti ao documentário, ontem, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. E achei de um pieguice sem fim. O "cineasta" em questão mais parece um maluco beleza de Cabo Frio, tá muito longe de chegar perto de um profissional respeitado e nitidamente quer se promover as custas do sofrimento alheio.
Seu documentário, que tinha tudo para ser o prenúnciuo de um grande filme de ação, é bobo, cheio de clichês, do tipo falou muito e não disse nada, não contou novidade nenhuma, nem respondeu as perguntas que o próprio texto levantou. Sem contar que em alguns momentos era claramente mal intencionado.
Tirando a emoção dos familiares e dos sobreviventes, genuína, muito pouco se salva.
A reportagem exibida hoje de manhã pela Rede Record é mil vezes mais interessante e mais elucidativa que os 50 minutos exibidos no "documentário".
Deve ser por isso que o auditório estava vazio, só tinha uma equipe da imprensa (TV Brasil) e muito dos que deram depoimentos não estavam presentes.
Será que se a Eletrobrás tivesse idéia da "qualidade" do documentário que se produziria, teria dado alguns milhares de reais para patrocínio? Tremenda queimação de filme, com trocadilho!
Alguém mande esse "cineasta" de volta pra escola de cinema, por favor!!!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
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